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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Verniz Civilizatório

A foto de nada tem de acusatório, mas sim referente a um acontecimento atual que chocou o Brasil

O verniz civilizatório

Cada vez mais se vê celebridades (no Brasil e no mundo), políticos e cidadãos comuns em atos bárbaros. Por que, em pleno século XXI, se vê tais atrocidades que lembram os Australopithecus?

Sabemos que não tinham regras como temos atualmente. Viviam como nômades e caçavam para sobreviverem, atacavam outros grupos para dominação e conseguirem alimentos, os machos agarravam as fêmeas – sem o consentimento que se vê atualmente por parte da mulher Homo Sapiens.

Somente com o sedentarismo, ou a fixação permanente em um lugar graças à agricultura, o homem passou a criar regras “sociais” desde a forma de comer, vestir, comportamento sexual etc. A escrita foi um pilar importantíssimo para a evolução humana e transmissão de valores, ideias, acontecimentos, filosofias.


Ódio e amor estão na mesma parte do cérebro ou o lobo frontal. Acontecimentos externos como, por exemplo, acidentes, podem fazer uma parte sobressair sobre a outra. Certas drogas também podem afetar o bom funcionamento (um bom livro que recomendo é O Erro de Descartes).

Sabemos, também, que certas crianças apresentam manias, trejeitos, caráter delas mesmas, isto é, sem a influência dos adultos ou das regras sociais etc.
A educação ou o Verniz Civilizatório irá moldar a personalidade e caráter da criança para que possa, quando adulta, ter comportamento empático, sociável.
Contudo, sabemos, também, que mesmo que haja boa educação, o Verniz Civilizatório, há pessoas que não seguirão os padrões de comportamentos sociais empáticos. Apáticos, seguiram a vida destruindo lares, erários públicos, cometendo atos bárbaros – homicídios, estupros etc. Somente a força de lei poderá controlar os ímpetos dessas pessoas, mas existem aquelas que, infelizmente, precisarão ficar encarcerados pelo resto da vida: são os chamados psicopatas ou sociopatas.

E como, então, criar mecanismos que evitem tais manifestações e condutas perversas em nossa sociedade?
Educação, política seria e não politicagem, ordem pública, probidade administrativa.

1)      Enquanto tiver políticos – são as vozes do povo e administradores dos bens públicos e riquezas nacionais – que lesão à pátria, e ficam impunes (mesmo que hajam de acordo com os direitos constitucionais se aproveitam dos recursos consagrados pelas conquistas aos direitos humanos diante de épocas das quais o homem valia pelo que possuía e pelo poder conforme o grau de agressividade e dominação – acabam distorcendo a filosofia dos direitos humanos e a dignidade da pessoa humana); 
2)      Cidadãos que se aproveitam da posição social ou STATUS para fazerem o que querem porque são conceitualmente prestigiados como celebridades, e podem assim fazer o que quiserem;
3)      Pais que ensinam aos filhos o “direito” de agirem como quiserem pelo “nome” e “sobrenome” consagrados ao longo dos séculos ou décadas;
4)      Professores e instituições de ensino que dão mais ênfase ao ensino e desenvolvimento intelectual deixando a moral (virtudes) em segundo plano ou ausência total;
5)      As “vantagens” carcerárias pelo poder monetário que o presidiário possui – o que já denota uma deturpação da filosofia carcerária cujo propósito é recuperar e não aumentar a apatia como se vê no Brasil;
6)      Políticas sociais que privilegiam uma minoria do povo por possuírem renda per capita acima da média, ou as chamadas classes A e B, e tendo apreços políticos que as demais classes sociais (aquelas possuem prioridades de infraestruturas, estas ficam à míngua e a piedade do Criador).

Qualquer conduta desigual ao que foi mencionado acima há de trazer distorções na conduta e paz social.


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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..