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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Civilizações em ruínas

 

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Sejam corteses. Bem-vindo a civilização pincelada.

Vivemos numa sociedade onde se privilegiam a boa conduta diante das demais pessoas. As pessoas devem ser educadas de forma a pedir uma informação e esperar o consentimento do interpelado, não se dirigir a qualquer pessoa com os próprios problemas porque cada qual tem os próprios, não sair abordando quem quer que seja na rua, dirigir-se com educação como, por exemplo, “bom dia”.

Mas a mesma sociedade que assim deseja da boa educação civilizatória não age em defesa dos menos favorecidos nas ruas ou pedintes, moradores de rua. Numa conduta de aparências a “ordem” se faz pelos processos de corrupção ativa e passiva e, assim, minando a economia social. Cada vez mais se vê no Brasil e no mundo a decadência da civilização cujas bases ainda imperam o egoísmo, a palavra dita com força e animosidade, ações de brutalidade.

As leis, as condutas de muitos países têm feito prisioneiros internos devido aos descasos sociais principalmente quanto ao fraco desenvolvimento educacional de virtudes e má distribuição de renda na nação. Muitos possuem enquanto poucos têm. As concentrações de riquezas impedem o desenvolvimento sustentável numa verdadeira demonstração de favoritismo politico e partidário. Cito a questão do nordeste dos quais muitos sabem sobre a realidade vilipendiosa que acomete ao povo nordestino por décadas devido à exploração de mão de obra, minguados recursos financeiros por parte dos governos federais – e quando algum investe os governantes estaduais e municipais desviam o dinheiro, que deveria ser canalizado para a saúde, educação e melhoria dos habitantes, para as contas nos “paraísos fiscais”.

Diante da tormenta do povo, que são seres humanos é precisam suprir as necessidades básicas comuns a qualquer mortal, os flageladores se aproveitam da torpeza de quem não tem a migalha de pão e nem água de boa qualidade para prover a fome e a sede.

As obras faraônicas desviam dinheiro com obras superfaturadas, os projetos atendem mais a uma pequena parcela – comerciantes – do que o povo em geral. Não que o comercio local como implantação de recursos ao turismo não devam ser pautados, mas nada adianta se o dinheiro arrecadado pelo comercio em geral se vê diluído pelos impostos altíssimos e vastos sem retorno a população. Imposto é para gerar benéfico à sociedade local, suprir necessidades. Mas não é assim que acontece.

A “justiça” pune os transgressores da ordem pública, mas uma ordem pública que favorece quem tem conhecimento, dinheiro ou a camada privilegiada. Os tempos medievais ainda estão presentes em pleno século XXI. A mentalidade de colonização está disfarçada pela “globalização”. Muito se tem de reuniões do G20, mas nada de concreto ainda se viu. Os países em conflito financeiro ainda constituam em crise. A população morre de fome, pestes, cede e guerras civis diante de inescrupulosos que se aproveitam da miséria e dor alheia. Enquanto isso só há discussões.

Enquanto tiver o protecionismo e o egoísmo disfarçado de trâmites legais jamais se verá atuações coerentes aos problemas, as soluções serão vistas por jogos unilaterais de receber em troca do que fornecer verdadeira ajuda humanitária. Nunca na história humana se viu tamanha “negociação” de interesses mesquinhos onde cada nação quer ainda ter o poder sobre as demais com intuito de manter “a democracia e sua máxima filosófica”.

Os problemas mundiais são em decorrência de violações de territórios conquistados, mudança de cultura forçada pelo povo dominador, conquista de riqueza local, manipulação ideológicas que suprem a liberdade de pensamento do povo conquistado. Não há, pois a intenção de ajuda como alguns países assim dizem diante do “conquistar para ajudar o povo local diante de ditadores que ali governam”.

A mídia passou a ser não uma ideia de divulgar noticias para esclarecer e educar a população (como foi nos primórdios), porém noticiários frívolos e viciosos quanto ao sensacionalismo para ganho de prêmios, honrarias e condecorações. O poder da mídia deveria estar voltado para demonstrar a corrupção e procurar junto de renomados cientistas políticos e sociólogos sérios e humanistas a apresentarem soluções.

A decadência de uma nação se vê pelo agrupamento e quantidade de pessoas que são analfabetas, a porcentagem de corrupção, o volume de pessoas sem habitação e das necessidades básicas, ações bárbaras pela justificativa de estresse cotidiano.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..